quarta-feira, 29 de junho de 2011

Tippi, a Menina Mogli!

Em 1990, nasce Tippi  Benjamine Okanti Degré, em Windhoek, capital da Namíbia. Tippi tinha como 'pátio de casa' a floresta e o deserto, e como seus amigos, os grandes felinos, elefantes, cobras, avestruzes e as outras criaturas da natureza.

Filha de pais fotógrafos, Sylvie Robert e Alain Degré, teve toda sua infância documentada, em fotos. Uma pequena menina em 'sua' tribo, brincando com animais selvagens e andando apenas com uma tanga pelo deserto e mata, encantou o mundo e agora virou um livro Tippi: Mon livre d’Afrique (Tippi: meu livro da África), com fotos inacreditáveis.

Hoje Tippi vive na França, para onde voltou no ano de 2000, e estuda cinema na Universidade Sorbonne.


Sylvie, de 52 anos, diz que, além de voltar à Paris, e essa adaptação difícil, Tippi ainda teve que lidar com a separação dos pais, um casamento de 25 anos. “Tippi tinha 10 anos, e o sentimento de ruptura foi total. Ela teve de lidar com a separação da vida que levava na África e com a separação do pai”, conta Sylvie. “Morávamos em Madagascar e voltamos à Europa para o Natal de 1999 porque Tippi, que já era famosa na época, fora convidada para participar de um programa da TV francesa. Em Paris, o pai de Tippi e eu terminamos nosso relacionamento.”

Tippi achou difícil entender por que seu pai já não estava mais tão presente. “Até então, vivíamos sempre juntos, dia e noite. Primeiro, Alain e eu, e depois, quando Tippi nasceu, nós três. A vida dela sempre foi assim: nós três juntos.” Sylvie conta que essa fase foi muito complicada, assim como a sua relação com o pai.


“Ela teve uma infância extraordinária na África”, explica sua mãe, Sylvie Robert. “Era um mundo mágico que, para ela, representava a felicidade perfeita. Depois, teve de vir para Paris estudar, onde encontrou uma realidade bem diferente. Acho que Tippi sente que a África foi arrancada dela, e isso lhe causou dor e uma tristeza profunda. Ela nunca se queixou, nunca conversou sobre esse assunto. Foi simplesmente como se uma parede desmoronasse.”
A mãe continua o relato:
“A primeira reação de Tippi foi se sentir encurralada com a falta de espaço na cidade. Ela dizia: ‘Maman, é estreito demais entre os prédios. Não consigo ver o céu.’ Nunca tive medo de deixá-la solta na floresta, porque ela estava acostumada àquela vida e às regras do mundo selvagem, mas a vida urbana é cheia de perigos.”
Duas fotos resumem a esquizofrenia geográfica da vida de Tippi, numa delas, a da capa do livro, a menina acaricia um filhote de leão, já na outra, está em pé numa rua de Paris, à frente de uma parede coberta de pichações.
“Não nos sentamos para discutir esse assunto como fariam as famílias normais porque não éramos uma família normal. Nunca expliquei nada e ela nunca perguntou”, confessa Sylvie. “A maior preocupação de Tippi era continuar colada a mim, como fora durante a infância. Eu era o centro do mundo dela, e desde que eu estivesse a seu lado, ela se sentiria bem. Tippi via felicidade em tudo: em sua vida na África, nos animais, fossem quais fossem. Ela era tão feliz com as galinhas quanto com os guepardos. Nunca imaginou que a vida na África acabaria um dia. Quando percebeu que isso tinha acontecido, não disse nada. Tentou esquecer, pois as lembranças eram dolorosas."
Tippi nunca fez um ano completo, passava apenas nas férias em escolas francesas e teve um professor em Madagascar. “Veja o que ela achou disso”, ri Sylvie, mostrando uma fotografia de Tippi sentada na sala de aula, atrás de uma carteira onde o estojo e os livros estão arrumados com precisão matemática. A menina está quase carrancuda.
A mãe explica como foi aquela experiência:
“Ficar o dia todo na escola foi duro.” Afinal, ela era a “Tippi da África”, Paris não era o seu mundo. De acordo com os relatórios da escola, ela não se integrava, não falava. Sentava-se longe das outras crianças.
A menina se sentia uma estranha e teve dificuldade de fazer amigos. Em Tippi: Mon livre d’Afrique, publicado depois que voltou à França, ela escreveu: “Todo mundo tem problemas. Não tive nenhum na época em que morei na selva africana.”
Em outro trecho, ela conta: “Quando voltei à França, tentei conversar com pardais, cães, pombos, gatos, vacas e cavalos. Não deu certo. Não sei por quê. Acho que é porque o meu verdadeiro país é a África, não a França.”
“Tippi sentiu muita falta dos animais”, conta Sylvie. “Costumava correr atrás dos bichos que encontrava na cidade. Chegava até a pegar e acariciar pombos sujos.” Ela aponta o canto da sala. “Um dia Tippi encontrou um camundongo envenenado bem ali e me implorou para que eu a deixasse segurá-lo. Ficou sentada enquanto ele morria em suas mãos. Foi horrível. A separação da vida anterior foi total, mas eu não tive opção. Ela precisava estudar. Só queria o melhor para minha filha.”
“Muitas pessoas, até da família, não entenderam as escolhas que fiz por Tippi, mas segui o meu coração.”
Como todo adolescente, teve típicas discussões com sua mães e esse relacionamento infrentou novas pressões.
“É estranho, mas Tippi achava que eu não era rígida o bastante. Eu queria lhe dar espaço para que tomasse suas próprias decisões, para mostrar amor, confiança e respeito por ela como indivíduo, e Tippi encarou isso como uma traição, como se eu a largasse enquanto ela ainda precisava de mim.”
Tippi mora, hoje, depois de passar dois anos se dedicando para terminar o ensino médio e passar no vestibular, em um conjugado unido ao apartamento da mãe. Sylvie diz que além de Tippi ficar insegura com relação ao lugar a que pertence, tem esse mesmo sentimento a respeito de quem é. “Tippi ainda não sabe como expressar o que viveu. Ela recorre a mim em busca de respostas. Decidi que já é hora de ela se libertar e viver a própria vida. Tenho de ajudá-la, empurrá-la com jeitinho para que tome as rédeas da própria vida."


Tippi hoje em dia, tem corportamentos que mostram essa diferença de mundos, ao mesmo tempo que 'xinga' seus passarinhos por piarem mto alto, se preocupa se sua motocicleta não vai ser multada por estacionar em lugar proibido...

quinta-feira, 16 de junho de 2011

LEOPARDO E BABUÍNO

   Mais uma vez eu digo, se os animais têm essa capacidade, nós também podemos (ou devemos) ter. o/
   O NatGeo flagrou algo muito inesperado... =OO Leopardo fêmea deixa de lado o instinto caçador e adota o instinto materno...Depois de matar sua presa, um babuíno fêmea, descobre que junto com a mãe, havia um filhote, ao invés de matar, como se é esperado, essa leopardo, cuida o filhotinho e o protege de possíveis predadores...

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Safári com olhos vendados

Uma visita ao Zoológico é com certeza incrível, tanto para crianças quanto para adultos, é possível conhecer a diversidade da fauna que nunca imaginamos ter contato.  
O Zoológico de São Paulo, aberto em 1958, já recebeu 70 milhões de visitantes, 1.600.000 só em 2002. Localizado em uma área de Mata Atlântica original, que abriga animais nativos, o parque possui nascentes do riacho Ypiranga, formando um lago, que é lar para diversas espécies de aves, além das migratóriaas.
É possível observar mais de 3.200 animais (102 espécies de mamíferos, 216 espécies de aves, 95 espécies de répteis, 15 espécies de anfíbios e 16 espécies de invertebrados), todos em lugares semelhantes ao habitat natural.
Este Zoo procura promover a conscientização sobre a diversidade da vida.

Em dezembro de 2004, foi inaugurado o ZÔO SAFARI, onde vans levam os visitantes através de uma trilha na Mata Atlântica, por cerca de 4km. É possível observar mtos animais, como cervos, antas, bisões, soltos. E também dá para curtir leões, tigres e onças, bem de pertinho, em uma área protegida.

Este mesmo Zoológico, oferece pela 1ª vez (por tempo limitado, do dia 2 até dia 12 de junho), uma experiência única aos visitantes, o Safári Sensorial, em função da Semana do Meio Ambiente.  
Os participantes são levados por uma trilha de olhos vendados, privados das visão são capazes de trabalhar seus outros sentidos. A atividade visa discutir a percepção do meio ambiente.E ao fim da trilha, devem comentar a experiência que tiveram.

Muito legal neh!! adorei, poderiam fazer por aqui também... eu iria com certeza XD

quinta-feira, 26 de maio de 2011

'LIGRES' AMAMENTADOS POR CACHORRINHA

Segundo informações do portal de notícias "China.org.cn", 4 'Ligres" (filhotes de leão com uma tigresa) nasceram no início do mês, no zoológico da proncíncia de Shandong, no leste da China. Mas infelizmente, por causas desconhecidas, foram abandonados pela mãe.
 
Dois não resistiram, por falta do leite materno nos primeiros dias de vida, os outros dois receberam uma ajuda impressindível, uma cachorrinha que estava amamentando seus filhotes 'acolheu' os bebês adandonados, segundo informações da Agência EFE


É né, algumas mulheres abandonando seus filhos em lixeiras, dentro de sacos, em terrenos baldios, e uma cachorrinha (dito animal IRRACIONAL) amamentando filhotes abandonados e não são nem da sua espécie, que são maiores do que seus próprios filhotes (que correm o risco te ter menos alimento)! Isso sim é um exemplo a ser seguido! Vamos parar de pensar um pouco nos nossos umbigos e olhar em volta!! #ficadica

terça-feira, 17 de maio de 2011

“A Inteligência dos Cães”

A milhares de anos, cães vêm sendo treinados pelos humanos para diversas funções, das mais básicas, como higiene, até as mais complexas, como podemos ver em cães-guias (do post anterior, lembram??), muitas dessas funções, como caça e faro, refletem o instinto natural dos cães, outras como as citadas acima, necessitam de um treinamento especial.
Stanley Coren, professor de psicologia da Universidade de British Columbia, treinador e especialista em comportamento canino, publicou seu livro “A Inteligência dos Cães” em 1994, onde publica uma lista classificando a inteligência de 133 raças de cães. Esta 'inteligência' que Stanley se refere em seu livro, é definida como 'Inteligência de Obediência e Trabalho" (que permite ao cães aprender por associação e com memória, podendo lembrar diversos de truques e situações) e não da inteligência 'instintiva' deles (cães demonstram instintivamente múltiplas inteligências em diversas situações). O ranking de inteligência canina do Dr. Coren, é na verdade um ranking de adestrabilidade e não inteligência propriamente dita (então, seu ‘auau’ não é burro, apenas não é mto adepto ao adestramento XD).
Há donos de cães, de raças consideradas menos inteligentes, de acordo com essa lista, que alegam que seus bichinhos são mais inteligentes que algum determinado cão, de uma raça teoricamente mais esperta. Isso é porque algumas pessoas pensam que, por seu cão ser tão esperto, não precisa de treino, mas a inteligência individual do cachorro depende de vários fatores, como o ambiente onde vive e a quantidade de estímulos que recebe, e não apenas da raça (portanto estimule seu cãozinho o/).
Os cães podem ter habilidades específicas, cada uma dessas habilidades foi definida pelos humanos para um determinado fim. Assim cães de raça de aponte, podem indicar uma presa sem nenhum treino mas, por mais treinados que sejam, são incapazes de aprender a pastorear. Ao mesmo tempo, que cães pastores têm tendência natural a arrebanhar, mas são incapazes de aprender a apontar a caça.
Habilidades especificas
Inteligência espacial: o cão compreende a organização do mundo que o cerca. Saber onde fica a sua guia, o pote de biscoitos e suas. Inteligência de coordenação motora: o cão é capaz de se mover e coordenar seus movimentos com grande habilidade, como em provas de agility ou em concursos de dança com coreografia e tudo! Inteligência intrapessoal: o cão conhece a si mesmo, suas capacidade e limitações. Um cão que se recusa a pular de algum lugar muito alto demonstra conhecimento sobre suas capacidades. Inteligência interpessoal: o cão se reconhece como criatura social, ao se comunicar com os donos ou assumir uma função dentro da matilha. Inteligência musical: o cão é capaz de reconhecer fatores musicais, como harmonia e tom. Pesquisadores desenvolveram um estudo sobre os benefícios da musicoterapia para os animais, segundo eles, cães submetidos a sessões de música, são mais dóceis e alegres do que os demais. Inteligência lógica: cães são capazes de resolver problemas e aplicar estratégias racionais quando se deparam com novas situações. Quando há dois pedaços de carne ao seu alcance, o cão vai pegar o pedaço que estiver mais perto primeiro, independente do tamanho (para garantir pelo menos aquele pedaço, espertinho, não??), se ambos estiverem à mesma distância, ele pegará o maior. Inteligência línguística: cães são capazes de se comunicar. Possível observar na organização de alcateias na caça, posições sociais e divisão de tarefas, o que sugere um sistema de comunicação complexo
A lista que foi elaborada pelo pesquisador, foi feita através de um questionário elaborado por ele e preenchido por juízes americanos, especializados em provas de obediência. As 133 raças foram classificadas de 1 a 79. As raças que estão nas primeiras posições, são aquelas que respondem bem a treinamentos e memorizam comandos com mais rapidez ou tem um desejo maior de agradar seus donos e um poder maior de concentração. Já as raças dispostas por último no ranking, não respondem bem a treinamentos e não gostam de treinos de repetição, aparentemente por terem menos paciência e se distraírem com mais facilidade. Em geral cães de ‘caça’ costumam se distrair facilmente, pois o menor movimento no ambiente pode chamar sua atenção como uma possível presa.
Graduações: (1 a 10) São os mais ‘inteligentes’. A maioria desses cães necessitam apenas 5 repetições para mostrar sinais de compreensão, em comandos simples e não precisam de muita prática para manter estes comandos. Eles obedecem à primeira ordem dada pelo dono/treinador em 95% dos casos, além de responderem a estes comandos apenas alguns segundos depois de solicitado, mesmo que o dono esteja longe fisicamente. (11 a 26) São excelentes cães de trabalho. Comandos simples são normalmente assimilados em 5 a 15 repetições (em caso de comandos mais complexo, a resposta do cão pode demorar um pouco, mas podem melhorar com a prática). Os cães lembram das ordens muito bem, embora possam melhorar com a prática. Eles respondem ao primeiro comando em 85% dos casos, ou mais. Cães deste grupo também podem demorar mais a responder se seus donos/treinadores estiverem fisicamente distantes. (27 a 39) São cães de trabalho acima da média. Necessitam de 15 a 20 repetições para obedecerem de forma mais imediata, sessões extras de treinamento, são muito validas, especialmente no começo da aprendizagem. Depois que eles aprendem e adquirem o hábito do novo comportamento, eles retêm os comandos com uma certa facilidade. Outra característica destes cães é que eles costumam responder logo no primeiro comando em 70% dos casos, ou mais. Mas eles tendem a demorar um pouquinho mais de tempo entre o comando dado e a resposta, além disso eles parecem ter um pouco mais de dificuldade em se concentrar no comando na medida em que o dono se distancia fisicamente deles. (40 a 54) São cães de ‘inteligência’ intermediária. Para que eles obedeçam razoavelmente serão necessárias de 25 a 40 experiências bem sucedidas. Se forem treinados adequadamente estes cães irão apresentar boa retenção, se um esforço extra não for aplicado no início do treinamento, o cão parece perder rapidamente o hábito de aprender. Normalmente eles respondem no primeiro comando em 50% dos casos, mas o grau de obediência final irá depender da quantidade de prática e repetições durante o treinamento. Elea também podem responder de uma forma consideravelmente mais lenta do que as raças classificadas anteriormente. (55 a 69) São cães de ‘inteligência’ razoável. Serão precisas cerca de 40 a 80 repetições antes que eles se tornem confiáveis em tal comando. Precisam ser treinados várias vezes, para não ‘esquecerem’ (propositalmente) os comandos. Se os donos trabalharem apenas o "normal" para manter seus cães treinados, os cães irão responder prontamente no primeiro comando em apenas 30% dos casos. E mesmo assim, eles obedecerão melhor se o dono estiver muito perto deles fisicamente. Estes cães parecem estar sempre distraídos e que obedecem apenas quando eles assim desejam. (70 a 79) São as raças com o menor grau de ‘inteligência’. Não é raro que estes cães precisem executar mais de 100 vezes um comando de forma correta, antes de se tornarem confiáveis.
Lista:
1º Border Collie
2º Poodle
3º Pastor Alemão
4º Golden Retriever
5º Doberman
6º Pastor de Shetland
7º Labrador
8º Papillon
9º Rottweiler
10º Australian Cattle Dog
11º Welsh Corgi
12º Schnauzar Miniatura
13º Springer Spaniel Inglês
14º Pastor Belga/ Tervuren
15º Groenland/ Schipperke
16º Collie/ Keeshond
17º Pointer Alemão de Pelo Curto
18º Cocker Spaniel Inglês/ Flat-Coated Retriever/ Schnauzer Standard
19º Brittany
20º Cocker Spaniel Americano
21º Weimaraner
22º Bernese Mountain Dog
23º Spitz Alemão
24º Irish Water Spaniel
25º Vizsla
26º Cardigan Welsh Corgi
27º Yorkshire Terrier/ Chesapeake Bay Retriever/ Puli
28º Schnauzer Gigante
29º Airedale Terrier/ Bouvier Des Flandres
30º Border Terrier/ Briard
31º Welsh Springer Terrier
32º Manchester Terrier
33º Samoieda
34º Field Spaniel/ Terranova/ Terrier Australiano/ American Staf Terrier/ Gordon Setter/ Bearded Collie
35º Setter Irlandês/ Cairn Terrier/ Kerry Blue Terrier
36º Norwegian Elkhound
37º Pinscher Moniatura/ Affenpincher/ Silky Terrier/ English Setter/ Pharaoh Hound/ Clumber Spaniel
38º Norwich Terrier
39º Dálmata
40º Soft-Coated Wheaten Terrier/ Bedlington Terrier/ Foz Terrier Pelo Liso
41º Curly-Coated Retriever/ Irish Wolfhound
42º Kuvasz/ Pastor Australiano
43º Pointer/ Saluki/ Finnish Spitz
44º Cavalier King Charles Spaniel/ Pointer Alemão de Pelo Duro/ Black & Tan Coonhound/ American Water Spaniel
45º Husky Siberiano/ Bichon Frisé/ English Toy Spaniel
46º Tibetan Spaniel/ Foxhound (English)/ Otterhound/ Foxhound (American)/ Greyhound/ Wirehaired Pointing Griffon
47º West Highland White Terrier/ Deerhound Escocês
48º Boxer/ Dogue Alemão
49º Dachshund/ Stafforshire Bull Terrier
50º Malamute do Alasca
51º Whippet/ Sharpei/ Fox Terrier Pelo Duro
52º Rhodesian Ridgeback
53º Ibizan Hound/ Welsh Terrier/ Irish Terrier
54º Boston Terrier/ Akita
55º Skye Terrier
56º Norfolk Terrier/ Sealyham Terrier
57º Pug
58º Bulldog Francês
59º Griffon de Bruxelas/ Maltês
60º Greyhound Italiano
61º Chinese Crested
62º Dandie Dinmont Terrier/ Petit Basset G Vendeen/ Terrier Tibetano/ Japanese Chin/ Lakeland Terrier
63º Old English Sheepdog
64º Cão dos Pirineus
65º São Bernardo/ Scottish Terrier
66º Bull Terrier
67º Chihuahua
68º Lhasa Apso
69º Bullmastiff
70º Shih Tzu
71º Basset Hound
72º Mastim Napolitano/ Beagle
73º Pequinês
74º Bloodhound
75º Borzoi
76º Chow Chow
77º Bulldog
78º Basenji
79º Afghan Hound